domingo, 30 de janeiro de 2011

O Cavaleiro da Dinamarca

Autora: Sophia de Mello Breyner Andresen
Editora: Figueirinhas


Este livro fala de um cavaleiro dinamarquês que vive no meio de uma enorme floresta, numa casa rodeada de bétulas. Num dia de Natal, o cavaleiro disse à família que dali a uma ano não estaria com eles, pois iria em peregrinação à Terra Santa (Belém). Contudo, antes de partir prometeu que dali a dois anos estaria de novo com eles e a comemorar o Natal.
A sua primeira noite de Natal longe da sua família foi passada na gruta onde Jesus nasceu. No dia seguinte, visitou algumas igrejas e monumentos. Seguidamente, pôs-se num navio para a Dinamarca. Durante a viagem o cavaleiro enfrentou inúmeras tempestades e o navio viu-se obrigado a parar num porto, em Ravena, Itália.
O cavaleiro ficou maravilhado com aquela cidade. Durante a viagem, o cavaleiro havia conhecido um mercador que lhe propôs ir para Veneza, depois seguir para a Flandres e daí partir para a Dinamarca. O cavaleiro aceitou a proposta e foi ficando alojado na casa de muitas pessoas, mas a meio do caminho adoeceu. Num convento abrigaram-no e trataram dele. Como ele perdeu dois meses da viagem, já não apanhou nenhum navio para a Dinamarca e decidiu ir por terra. Ao fim de muitos dias de caminho, mais precisamente no dia vinte e quatro de Dezembro, chegou à sua floresta. Parou na casa de uns amigos para descansar e seguiu caminho. Quando já tinha andado uns bons quilómetros parou de novo na casa de uns lenhadores e, ao anoitecer, partiu.
Mas o cavaleiro andava perdido na floresta, contudo ao ver uma luz intensa foi-se aproximando. Quando chegou perto da mesma, concluiu que, afinal, a enorme bétula iluminada era a da sua casa.
Diz-se que é por esta razão que se iluminam os pinheiros na noite de Natal e essa é a grande história do cavaleiro da Dinamarca.

Mafalda Ferreira, 6.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora)

Um buraco é uma mina?

Todos achavam que os namorados tinham caído dentro do grande buraco e possivelmente morrido lá, mas seria verdade?
De repente, no buraco, o cavaleiro Henrique pergunta à Bela:
– Onde será que aquele caminho vai dar?
– Não sei – diz a Bela. – Vamos ver.
Numa onda de medo, deram um passo, seguido de dois ou três e… quando se aperceberam já tinham passado um grande túnel, que os levou a uma mina!
– Mas isto é ouro! – exclamaram a Bela e o Henrique.
Mais à frente havia uma porta de ferro, que estava encostada, mas que ambos puxaram. Ao abrir-se viram a luz do sol e saíram daquele grande subterrâneo.
Quando comunicaram isto ao Conde de Cascais, ele logo enviou tropas para salvarem a população que estava lá presa e para aprisionar o diabólico feiticeiro.
O ouro encontrado na mina foi para a Bela e para o Henrique, que por sua vez o entregaram ao povo.
Um mês depois destes surpreendentes acontecimentos, a Bela e o Henrique casaram e, com muitos beijinhos, se fizeram alguns filhinhos…
A partir deste dia viveram todos felizes, excepto o diabólico feiticeiro, o qual foi aprisionado e ficou sozinho numa torre do castelo do conde.

Mafalda Ferreira, 6.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora)

sábado, 29 de janeiro de 2011

Ulisses

Autora: Maria Alberta Menéres
Ilustradora: Isabel Lobinho
Editora: Edições ASA

Este livro fala-nos de uma história sobre um homem muito corajoso e que gostava de navegar, cujo nome era Ulisses.
Ulisses vivia numa pequena ilha chamada Ítaca, e era o seu rei (era um rei muito humilde). Quando ele estava em momentos de perigo aparecia-lhe Minerva, uma Deusa, que o ajudava.
Um dia o príncipe Troiano raptou a rainha Grega e isso fez com que houvesse uma longa e violenta guerra (Gregos contra Troianos), em que Ulisses teve de participar.
Estando já há muitos anos em guerra, ele engendrou uma estratégia. Construíram um cavalo de madeira com uma porta numa das patas de trás, logo de seguida Ulisses e os seus companheiros esconderam-se dentro do cavalo e os Gregos ofereceram-no aos inimigos como sinal de paz, retirando-se depois até os Troianos não os verem. Os Troianos transportaram a oferenda que se encontrava às portas de Tróia para dentro das suas impenetráveis muralhas. À noite, Ulisses e os seus destruíram completamente a cidade de Tróia.
Assim, Ulisses pôde voltar para casa. Mas o regresso não foi como esperava, passou por muitas ilhas desconhecidas e por muitos desastres pelo mar a dentro.
Nestes tormentos, Ulisses e seus bravos marinheiros enfrentaram Ciclopes, Sereias e forças malvadas. Travaram enormes desafios com forças muito para além da sua imaginação.
Será que Ulisses e os seus companheiros conseguiram chegar à sua linda ilha Ítaca.
Para saberem o resto terão de ler o livro sobre o corajoso Ulisses.

Miguel Vasconcelos, 6.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora)

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Lenda de S. Martinho

(Entra um soldado Romano montado no seu cavalo.)
Martinho – Esta tempestade está cada vez mais forte!
(Entra um mendigo.)
Martinho – O que faz o senhor cá fora com este temporal?
Mendigo – Meu senhor, podeis ajudar-me?
Martinho – Mas eu não tenho nada. (Pega na sua capa e corta-a ao meio.) Mas ofereço-lhe metade da minha capa vermelha, para você não ter frio.
Mendigo – Muito obrigado. Agradeço-lhe, o senhor é um homem muito generoso!
(Martinho continua o seu percurso.)
Martinho – O que é isto?! É um milagre, parou de chover e faz Sol!
(O mendigo vai ter com Martinho.)
Mendigo – Tome. Já não preciso mais dela.
(Martinho vira-se para o Mendigo.)
Martinho – Não, mas se quiser pode… Olha, vai-se embora!
Mendigo – É por causa deste acto de generosidade que todos os anos, mesmo sendo Outono, durante cerca de três dias, o tempo melhora.

Juliana Araújo, Mariana Verde, Mónica Domingues, 6.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora)

A lenda de São Martinho

(O cenário é um pano que representa os Alpes, com árvores, montanhas e arbustos. Martinho com uma capa, um cavalo e de frente para o público.)
Martinho – Que difícil é a vida de um soldado do império romano. Vou em direcção à minha querida terra, França, e ainda falta muito que caminhar. Mas que tempestade está a acontecer, e que frio eu estou a ter.
(Entra um mendigo devagar e ajoelha-se.)
Martinho – Mas o que será aquilo lá ao longe?
Mendigo – (Estende a mão a Martinho.) Ajudai-me, por favor!
Martinho – Não tenho nada para lhe dar, mas tome metade da minha capa. (Martinho corta a capa com a espada) Aqui tem, cubra-se e não terá frio.
Mendigo – Obrigado. Deus seja bendito pela sua grande obra.
(Começa o Sol a brilhar.)
Martinho – Mas que maravilha, o Sol está a aparecer! E até sinto calor… parece Verão.
Mendigo -

Martinho, um soldado,
pelos Alpes passou,
onde havia uma tempestade
que o assustou.

Nos Alpes surgiu um mendigo,
pedindo ajuda e abrigo,
a quem Martinho ajudou.

O Sol rompeu as nuvens,
e parou de chover.
O dia melhorou
e eu já não estou a tremer.

E Deus ordenou:
Deixem o sol brilhar!
É dia de S. Martinho,
todos devem festejar.

Eduarda Silva, Inês Barroso e João Parente, 6.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora)

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Martinho, o generoso

(O cenário é uma montanha com neve.)
S. Martinho – Que cansado estou! De Itália venho, para França vou… Maldita chuva, maldito vento, porque me atormentais?
(Passando por um homem que gemia de frio.)
Mendigo – Generoso soldado, o que poderás dar a um pobre homem como eu?
S. Martinho – Não tenho dinheiro (corta a sua capa a meio com a espada e entrega-a ao pobre mendigo), mas tenho esta capa para te abrigares da chuva e do frio.
Mendigo – Obrigado valente soldado. (Olhando para o céu.) Olhe para o céu, parou de chover e está um sol radiante.
S. Martinho – É verdade! Parece que estamos no Verão, está uma brisa tão quente.
Mendigo – Agora, como já não preciso da capa, podes ficar com ela. (Entrega a capa a S. Martinho.) Agora junta as duas partes da capa e verás o que acontece.
S. Martinho – (Juntando a capa.) A minha capa está inteira! Como é que fizeste isso?
Mendigo – São os segredos da vida. Agora vai com Deus, valente soldado.
S. Martinho – Adeus, espero ver-te em breve.
.
César Magarinho e Tiago Pereira, 6.º A

domingo, 2 de janeiro de 2011

A Lenda de S. Martinho

(Cenário: Alpes suíços.)
S. Martinho – Que temporal! Nem com a minha capa me consigo proteger deste frio. Ando há tantas horas a cavalgar para chega à minha querida França. Quem será aquela pobre pessoa além?
(Martinho aproxima-se para ver quem é.)
Mendigo – Meu senhor, pode ajudar-me?
S. Martinho – Não tenho nada para lhe oferecer, a não ser…
(Martinho pega na espada, dando um golpe na capa que trazia e dá metade ao mendigo.)
S. Martinho – A única coisa que lhe posso oferecer para o ajudar é isto.
Mendigo – Obrigado meu bom homem.
(Aparece Deus vestido completamente de branco.)
Deus – Martinho, por seres tão generoso vou recompensar-te com bom tempo para seguires a tua viagem.
(Deus desaparece levando o mendigo com ele. Martinho fica espantado a ver Deus e olha para o céu.)
S. Martinho – Obrigado Meu Deus!
.
Marta Verde Vasconcelos, Rafaela Correia e Tatiana Deleito, 6.ºA (E.B. de Vila Praia de Âncora)

sábado, 1 de janeiro de 2011

Lenda de S. Martinho

(Cenário: uma fotografia dos Alpes. Entra S. Martinho com capa e espada, como um soldado Romano, montado no seu cavalo.)
S. Martinho – Que tempestade que está a chegar, já estou cansado e ainda tenho de enfrentar esta maldita tempestade.
(S. Martinho avista um mendigo no meio da tempestade, sozinho e sem abrigo.)
S. Martinho – O que é que fazes no meio desta tempestade?
Mendigo – Não tenho dinheiro, não tenho abrigo, não tenho nada. Por favor… ajudai-me, meu senhor.
S. Martinho – Não tenho dinheiro para te dar, mas posso dar-te metade da minha capa.
(S. Martinho tira a sua capa, corta-a ao meio com a sua espada e dá metade ao pobre mendigo.)
Mendigo – Obrigado meu senhor, estou-lhe muito grato.
S. Martinho – Não foi nada, para ajudar pessoas pobres eu faço tudo.
Mendigo – Eu não lhe posso dar nada, mas Deus vai-lhe dar por mim.
(De repente S. Martinho e o Mendigo olham para o Céu e vêem uma tarde de Verão.)
Mendigo – Pegue na metade da sua capa, meu grande senhor. Tal como eu disse, Deus lembrar-se-á do vosso gesto e irá recompensá-lo por me ter ajudado. Obrigado!

Alex Leles, Bruno Fonseca e Miguel Picoto, 6.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora)

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Lenda de S. Martinho

(Ao fundo, um pano com a imagem dos Alpes Suíços. São Martinho, acompanhado de um soldado, vestem o mesmo: um elmo na cabeça, uma armadura para o corpo, uma capa, umas sandálias e uma espada. O mendigo tem vestida uma túnica branca rasgada e está descalço. São Martinho e o soldado entram pelo lado direito.)
São Martinho: Que viagem tão longa! Já me custa cavalgar. O que vale é que em breve estarei com a minha família!
Soldado: Não vos preocupeis. Em breve chegaremos a França, a nossa terra Natal!
São Martinho: Deus queira que sim, Deus queira!
Soldado: Neste momento o que eu queria mesmo era que viesse bom tempo para podermos ter uma calma viagem!
São Martinho: Porque dizeis isso, avistais perigo?
Soldado: Perigo não avisto, mas avisto sim um simples e insignificante mendigo.
(Aparece o mendigo do lado esquerdo.)
São Martinho: Não faleis assim de nossos irmãos!
Soldado: Peço desculpa senhor, mas como ele há muitos.
São Martinho: (preocupado) Estais bem pobre homem? Precisais de algo?
Mendigo: (a tremer) Se algo tivéreis para mim, podereis dar-me.
São Martinho: Tens frio?
Mendigo: Bastante, meu senhor.
São Martinho: (cortando a capa com a espada) Aqui tens… Um pedaço da minha capa que provavelmente dará para te abrigares do frio.
(Surge o Sol.)
Soldado: Vede Martinho! Deus acolheu a nossa súplica!
São Martinho: Deus seja bendito por nos ter mostrado o seu maravilhoso Sol.
Soldado: Senhor, o mendigo foi-se embora! Reparai!
São Martinho: Não te preocupeis! Quente ele já está!
Soldado: Vamos seguir caminho e aproveitar para cavalgar até ao destino com os nossos maravilhosos cavalos.
São Martinho: Vamos! A nossa família de nós precisa!

Ana Amorim, João Mendes e Maria Fontaínha, 6.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora)

Lenda de S. Martinho

Pano de fundo com uma paisagem de montanha com neve. Ao fundo, à esquerda, uma ponte. O mendigo está por baixo, com a roupa rota e desbotada. À direita estão pinheiros.
Martinho (vestido de soldado romano, entrando a cavalo, pela direita) – Que frio faz aqui nos Alpes... Venho de Roma, capital do império, para a minha casa, na bela França.
Mendigo (gritando ao longe) – Ajuda, alguém…
Martinho - Ouço algo… (espreita para a ponte) Está ali alguém!
(Martinho aproxima-se da ponte e observa o mendigo.)
Mendigo - Ajude-me meu soldado!
Martinho - Não terá mais frio! (tira a capa e, com a espada, corta metade) Tome meu bom homem (e oferece-lhe metade da capa).
Mendigo - Obrigado meu soldado.
(Desliza o pano de fundo para uma paisagem de montanha ensolarada. Entra o Sol.)
Sol - E por causa deste acto de bondade, em Novembro, durante cerca de três dias, está sol e bom tempo.

Joaquim Ribeiro, David Fife e Fernando Figueiras, 6.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora)

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

A Caminho da Felicidade

…Duarte e Lia tinham acabado de chegar à linda e deserta praia de Cascais, quando decidiram parar para descansar…
Duarte tirou a sua capa e estendeu-a na areia para Lia se sentar e descansar um pouco.
Lia, admirada e pensativa, pergunta:
– Porque fazes isto por mim? Porque és tão delicado comigo?
– Porque já passaste por muito e agora que estás livre e comigo não te quero perder.
– Porque me haverias de perder?
– Tenho o pressentimento de que a aflição ainda não passou, que ainda não estamos em paz.
Lia não respondeu a Duarte, simplesmente deitou a cabeça no seu colo, num acto de carinho e adormeceu…

Naquele momento, Duarte queria parar o tempo. Queria ficar ali, para sempre, a olhar para ela. Sentia-se protector de Lia, sentia que tinha o dever de a proteger de todo o perigo que pressentia.
Quando Lia acordou, Duarte propôs-lhe irem viver para Paris porque, para além de ser a Cidade do Amor, seria um sítio onde ninguém os descobriria. Lia concordou e iniciaram assim a viagem.
Duarte já estava mais calmo, sabia que lá podia mantê-la sã e salva.

Maria Fontaínha, 6.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora)

A Fuga

– Vinde donzela – chamava o cavaleiro enquanto começava a escalar as paredes do buraco.
O buraco era grande, profundo, e estava mergulhado num inferno de labaredas. Os namorados tentavam trepar as paredes escarpadas do fosso.
– Nunca conseguirão fugir! Irão sentir a minha fúria! – gritava o feiticeiro tentando apanhá-los.
– Depressa, cavaleiro! – avisava a donzela.
Começaram a escalada rapidamente, pois a pedra queimava. O mágico, enfurecido, gritava enquanto lhes lançava relâmpagos.
– Não tenha medo – tranquilizou-a o cavaleiro. – Eu tratarei dele.
Desembainhou a espada e com muita perícia reflectiu os raios lançados pelo bruxo. Continuavam a subir, aproximando-se da superfície, mas estavam muito cansados. Pararam numa saliência rochosa, mas por pouco tempo, porque o feiticeiro lançou pedras sobre a saliência com o intuito de a partir.
– Não aguentaremos muito tempo! – avisou a donzela.
E continuaram a escalada, esquivando-se das pedras lançadas pelo mágico. Finalmente avistaram a claridade do dia.
– Subi, donzela – incentivou o cavaleiro impulsionando-a para cima.
A donzela já estava livre, mas, inesperadamente, o feiticeiro, com uma poderosa magia, puxa o cavaleiro para dentro do buraco. O cavaleiro antecipa-se e, com o impulso da queda, trespassa o corpo do feiticeiro com a sua espada.
– Cavaleiro! – chamava a donzela, mas ele já não lhe conseguiu responder.

Joaquim Ribeiro, 6.º A (E. B. de Vila Praia de Âncora)

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

A Lenda de São Martinho

(Entra Martinho, vestido como um soldado do Império Romano e montado num cavalo.)
Martinho – Que frio que está aqui nos Alpes…
Mendigo – Porque é que ninguém passa por aqui?!
Martinho – Quem é aquele que está na berma da estrada?
Mendigo – Obrigado Deus! Mandaste alguém socorrer-me. Por favor dai-me esmola.
Martinho – Não tenho aqui dinheiro. Só o meu humilde cavalo e a minha roupa. Espere, tive uma ideia!... Vou dar-lhe metade da minha capa.
(Martinho pega na espada, corta a sua capa ao meio e oferece uma das metades.)
Anjo – Martinho, vou recompensar-te por teres feito o que ninguém fez. O vento deixará de soprar, a chuva parará de cair e o céu ficará límpido e muito azul, iluminado por um sol brilhante e morno de Verão.
Martinho – Obrigado anjo por me ajudares ao longo desta viagem.
Mendigo – Tome, meu senhor, a sua capa. Já não preciso dela. Agradeço-lhe pela sua generosidade.
(O mendigo estende-lhe a sua metade da capa, transformando-a outra vez no que era.)
Anjo – É a tua recompensa por teres ajudado o mendigo. E também podes ir para casa descansado, porque eu vou acompanhar-te até chegares a casa. E tu (virando-se para o mendigo) podes seguir em frente. Vou oferecer-te uma vida nova, onde desejares.
(O mendigo desaparece no ar.)

Jorge Amorim, Miguel Vasconcelos e Nuno Rodrigues, 6.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora)

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

A Lenda de São Martinho (texto dramático)

(Soldado romano, a cavalo.)
São Martinho (levando a mão à cabeça) – Ai que cansado eu estou! Que longa é a viagem de Itália para a minha terra, em França… E que frio está aqui nos Alpes!... Ainda bem que venho prevenido com esta capa bem quentinha, que os soldados do meu império romano costumam usar.
(Entra um homem muito pobre, mal vestido a pedir esmola.)
Mendigo – Por favor dê-me alguma coisa…
São Martinho – Desculpe, mas não tenho nada para lhe dar, ou tenho…
(São Martinho pega na sua espada, corta a sua capa ao meio e oferece metade ao Mendigo.)
São Martinho – Aqui tem, metade da minha capa.
Mendigo – Muito obrigado, estou-lhe muito grato.
(As nuvens e o mau tempo desaparecem.)
São Martinho (olhando para o céu) – Até parece que estamos em pleno Verão! Que calor!...
Mendigo – Isto, São Martinho, foi um belo acto de generosidade! Daqui em diante, todos os anos, nesta altura do ano, o tempo vai melhorar durante cerca de três dias. Será o Verão de São Martinho.
São Martinho - Como sabes o meu nome?
Mendigo – Eu sou aquilo que tudo vê e tudo sabe…

Marta Pereira e Mafalda Ferreira, 6.º B (E.B. de Vila Praia de Âncora)

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

As Crónicas de Nárnia - O Sobrinho do Mágico

Autor: Clive Staples Lewis
Editora: Editorial Presença

Este livro fala dum rapaz chamado Diggory e duma rapariga chamada Poly que, certo dia, descobrem um túnel no sótão. Eles decidem explorá-lo mas, quando chegam a certo ponto do túnel, deparam-se com uma porta velha, tão velha que nem tinha fechadura. Para lá dessa porta estava o gabinete do tio do rapaz (esse tio chamava-se Andrew), que não deixava entrar lá ninguém. No meio da sala estava uma mesa com dois anéis verdes e dois amarelos; no lado esquerdo estava um grande cadeirão.
Quando os viu a entrarem na sala, o tio Andrew levantou-se do cadeirão e disse à Poly para pegar num dos anéis amarelos. Ela obedeceu, mas desapareceu completamente no ar. Diggory, ao ver o que o tio tinha feito à sua amiga, pegou nos restantes anéis mas, ao tocar no anel amarelo, desapareceu também.
O rapaz e a rapariga encontraram-se num bosque silencioso onde se ouviam as árvores a crescer. Entraram num lago e foram ter a uma terra sombria. Nesse lugar havia um castelo onde estavam esculpidas estátuas de cera. Então, da estátua mais alta, saiu uma bruxa. Eles levaram-na involuntariamente para Londres (era onde eles viviam), causando imensos problemas no meio da população. Assim, os dois miúdos decidiram regressar ao bosque com a bruxa, mas as coisas não correram como o planeado. Em vez de irem ter ao bosque, foram ter a uma região deserta onde apareceu um leão a cantar e o deserto tornou-se numa terra esverdeada em que as árvores pareciam animais…
Para saber o fim da história vai ser preciso ler a obra.

Miguel Vasconcelos, 6.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Receita - Batido Divinal

Ingredientes:
Manga………………….1
Iogurtes……………….2
Leite…………………….2 decilitros
Mel……………………...1 colher de sopa

Modo de preparação:
Corte a manga aos cubos e coloque-os na misturadora. Junte ainda dois iogurtes e, por fim, acrescente dois decilitros de leite e uma colher de sopa com mel.
Por último, ligue a misturadora e prepare o batido divinal. Serva em copo alto com palhinha.

João Mendes e Miguel Picoto, 6.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora)

Pizza Quecoanagamorépapi

Ingredientes:
Cogumelos naturais (q.b.)
Cubos de ananás (q.b.)
Queijo magro (o suficiente para cobrir o pão)
Gambas grelhadas (10)
Orégãos (q.b.)
Massa de pizza (50 g.)

Modo de preparação:
Estenda a massa da piza e cubra toda a superfície com o queijo. Ponha os cogumelos e os cubos de ananás sobre o queijo e leve ao forno quente, até o queijo derreter. Grelhe as gambas à parte. Quando a pizza estiver pronta, disponha as gambas da forma que mais lhe agradar e tempere com orégãos.
Sirva quente ou fria.

Cheff Nuno e Cheff Joaquim, 6.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora)

Receita: Sandes demolidora

Ingredientes:
3 Fatias de pão integral
2 Bifes de peru grelhado
1 Fatia de queijo meio-gordo
2 Folhas de alface
1 Ovo cozido
4 Rodelas de pepino
4 Cogumelos frescos laminados
6 Azeitonas sem caroço partidas ao meio

Modo de Preparação:
Primeiro aqueça o grelhador e, quando este estiver bem quente, coloque os bifes de peru. Quando estes estiverem bem passados de ambos os lados coloque um dos bifes em cima de uma fatia de pão. Em seguida, ponha a fatia de queijo meio-gordo, 1 das folhas de alface, meio o ovo cozido e duas rodelas de pepino. Acrescente, ainda, 3 azeitonas e 2 cogumelos laminados. Por último, coloque outra fatia de pão em cima e repita todo o processo. No final termine com mais 1 fatia de pão no topo e espete 3 palitos para aguentar o peso de tanto sabor.
Bom apetite!

Jorge Amorim e Miguel Vasconcelos, 6.º B (E.B. de Vila Praia de Âncora)

Salada de frutos com nuvens de iogurte e mel

Ingredientes:
*2 Rodelas de ananás fresco
* 3 Colheres de sopa de mel
* 1 Banana
* 1 Limão
* Meio melão pequeno
* Um cacho de uvas
* 300gramas de morangos
* 2 Decilitro de iogurte bem frio

Preparação:
Primeiro corte o ananás aos pedaços e doure-o na frigideira antiaderente com duas colheres sopa de mel. Descasque a banana e corte-a às rodelas enviesadas. Regue com sumo de limão para não oxidar. Em seguida, faça bolas pequenas com a polpa do melão, usando um boleador. Depois lave os morangos e as uvas em água corrente dentro de um passador. Escorra bem e corte-os em metades, mantendo as folhas.
Finalmente misture delicadamente os frutos e deite-os em taças pequenas. Por último, misture numa tigela o iogurte bem frio com uma colher de sopa de mel e cubra as frutas.

Rafaela Correia e Eduarda Silva, 6.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora)

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Receita - Sandes dupla com bife de peru

Ingredientes:
· 3 Fatias de pão de centeio;
· 4 Folhas de alface;
· 2 Bifes de peru grelhados;
· Milho q.b.

Preparação:
Coloque uma folha de alface em cima do pão de centeio e em cima da alface coloque um dos bifes de peru. Adicione de seguida outra folha de alface e o milho. Em cima coloque outra fatia de pão, a alface, outro bife de peru e o milho. Finalmente, coloque a última fatia de pão.

César Magarinho e João Parente, 6.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora)