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sábado, 3 de julho de 2010

Astecas

Os Astecas (1325 até 1521; a forma azteca também é usada) foram uma civilização da América Central, pré-colombiana, que floresceu principalmente entre os séculos XIV e XVI, no território correspondente ao actual México.
Eram politeístas (acreditavam em vários deuses) e acreditavam que se o sangue humano não fosse oferecido ao Sol, a engrenagem do mundo deixaria de funcionar.
Na sucessão de povos mesoamericanos que deram origem a essa civilização destacam-se os Toltecas, pelas suas conquistas civilizadoras, florescendo entre o século X e o século XII, seguidos pelos Chichimecas, imediatamente anteriores e praticamente fundadores do Império Asteca com a queda do Império Tolteca.
O controlo político do populoso e fértil vale do México ficou confuso após 1100. Gradualmente, os Astecas, uma tribo do norte, assumiram o poder depois de 1200. Os Astecas eram um povo indígena da América do Norte, pertencente ao grupo nahua.
Os Astecas também podem ser denominados “mexicas”, de onde advém o México. Migraram para o vale do México (ou Anahuác) no princípio do século XIII e fixaram-se, inicialmente, na maior ilha do lago de Texcoco (depois todo drenado pelos espanhóis), seguindo instruções dos seus deuses para se fixarem onde vissem uma águia pousada num cacto, devorando uma cobra (veja-se a imagem ao lado, com o brasão de armas mexicano alusivo à fundação da capital Asteca).
Os Astecas foram derrotados durante a governação do Imperador Montezuma II e a sua civilização foi destruída pelos conquistadores espanhóis, comandados por Fernando Cortez, entre 1519 a 1521.

Mito da criação
Os Astecas acreditavam que, em tempos passados, existiam outros mundos: eram vários sóis, cada um com um tipo de habitantes: gigantes, que foram mortos por jaguares enviados por Tezcatlipoca; humanos que foram assomados por um grande vento feito por Quetzacoalt, e então eles precisaram de se agarrar a árvores, transformando-se em macacos; humanos que se transformaram em pássaros para não morrerem na chuva de fogo enviada por Tlaloc; humanos que se transformaram em peixes para não morrerem no dilúvio causado pela deusa Chalchiuhtlicue; e nós, humanos actuais, que vamos acabar por causa do Deus do Sol, que nos destruirá com terramotos.

Jorge Amorim, Miguel Vasconcelos e Nuno Rodrigues (E.B. de Vila Praia de Âncora)

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Pirataria

A pirataria nos mares é muito antiga (é praticada desde a Antiguidade), mas atingiu o seu auge durante os séculos XVI e XVII (chamada a época de ouro da pirataria).

Duas Lendas sobre Piratas:
Mancha Negra - Servia para fazer ultimatos e podia ser entregue a qualquer pirata.

Kraken - É uma criatura mitológica marinha que aterrorizava os marinheiros da Idade Média. Possuía uma forma parecida com a de uma lula ou um polvo gigante e, com feições monstruosas, ameaçava os barcos e os marinheiros. "Tinha o tamanho de uma ilha e cem braços, acreditava-se que habitava as águas profundas do Mar da Noruega, que separa a Islândia das terras Escandinavas, mas poderia migrar por todo o Atlântico Norte. O Kraken tinha fama de destruir navios, mas só destruía aqueles que poluíam o mar e navios de piratas." (http://pt.wikipedia.org/wiki/Kraken)

Pesquisa realizada por Marta Vasconcelos e Mafalda Ferreira
(E.B. de Vila Praia de Âncora)

domingo, 13 de junho de 2010

Os Maias

Os Maias viveram durante muito tempo na região do México e da América Central (veja-se o mapa).
A maior parte dos documentos sobre a mitologia Maia foi queimada pelos espanhóis durante sua invasão à América, por isso o conhecimento da mitologia Maia actualmente disponível é muito limitado.
Pelo contrário, os calendários maias (tal como os astecas) encontram-se bem documentados e estudados (podem ver este calendário magnífico aqui apresentado).
A arquitectura Maia abarca vários milénios. As suas construções mais conhecidas são as fantásticas pirâmides escalonadas (em baixo vê-se o Templo de Kukulcán, em Chichén Itzá, séc. XII).
Os Maias sacrificavam pessoas (como se pode ver na pintura maia abaixo apresentada). Isso poderia acontecer nas seguintes situações:
- Para a criação de um novo templo ou ponte;
- Aquando da morte de um rei ou de membro do alto clero, para que o sacrificado servisse ao morto na próxima vida;
- Quando houvesse desastres naturais, como secas, terramotos, erupções vulcânicas, maremotos, etc. Pensavam que esses cataclismos seriam sinais da fúria dos deuses e os sacrifícios seriam a forma de os acalmar.
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César Magarinho, João Mendes e Tiago Pereira, 5.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora)
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sexta-feira, 11 de junho de 2010

Os Incas

O Império Inca surgiu nas terras altas do Peru, no século XIII, e foi o maior império da América pré-colombiana. De 1438 até 1533, os Incas utilizaram vários métodos, da conquista militar à assimilação pacífica, para incorporar uma grande porção do oeste da América do Sul. Centrado na Cordilheira dos Andes, o seu Império incluía grande parte do actual Equador e Peru, sul e oeste da Bolívia, noroeste da Argentina, norte do Chile e sul da Colômbia (podes ver a sua localização no planisfério aqui apresentado).

(Em breve acrescentaremos mais informações sobre este Povo)

Maria Fontainha, Marta Vasconcelos e Tatiana Deleito, 5.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora)