quarta-feira, 29 de setembro de 2010

A Montanha de Água Lilás

Autor: Pepetela
Aventura, emoção!
Este livro é uma fábula que fala de uma espécie de animais, ainda que não se defina o seu aspecto físico. Durante a história eles descobrem um líquido lilás, o qual utilizam para várias coisas e comercializam-no. No final da história eles passam de comerciantes a escravos.
Aconselho este livro porque o acho muito interessante e fácil na interpretação.

João Parente, 6ºA (E.B. de Vila Praia de Âncora)

Pepetela
Pepetela é o pseudónimo de Artur Carlos Maurício Pestana dos Santos, escritor angolano, nascido em Benguela, em 1941. A sua obra reflecte sobre a história contemporânea de Angola e os problemas que a sociedade angolana enfrenta. Pepetela lutou na Guerra Colonial, ao lado de MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola), para garantir a libertação (independência) da sua terra natal. Essa parte da sua vida é transposta para a sua obra: o seu romance "Mayombe" retrata as vidas e os pensamentos de um grupo de guerrilheiros durante aquela guerra; "Yaka" segue a vida de uma família colonial na cidade de Benguela ao longo de um século e "A Geração da Utopia" mostra a desilusão existente em Angola depois da independência.
Em 1997, Pepetela foi galardoado com o Prémio Camões pelo conjunto da sua obra. Foi o primeiro autor angolano a ganhar este prémio. Em 28 de Abril de 2010 foi-lhe conferido o Grau de doutor honoris causa pela Universidade do Algarve. (baseado em http://pt.wikipedia.org/wiki/Pepetela)

Outros títulos de Pepetela:



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.Se quiseres saber mais sobre este escritor, visita o seu site (http://www.pepetela.com.pt/) ou o seu blogue (http://pepetela.blogs.sapo.pt/4783.html).

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Diário de um Banana

Autor: Jeff Kinney

Este diário é muito cómico e tem aventura.
Fala de um rapaz chamado Greg Heffley, que é a personagem principal deste livro. Greg tem dois irmãos, Rodrick, o seu irmão mais velho, e Manny, o seu irmão mais novo.
Greg é perseguido e gozado pelos mais velhos na escola, e o seu único amigo é Rowley, que não bate bem da cabeça.
Adorei este livro por ter muitas piadas.
Aconselho-o a todo o tipo de pessoas.
A personagem de que mais gostei foi o Manny, o seu irmão mais novo, por gozar com o Greg.
A minha parte favorita é quando o Greg diz que só escreve a sua vida num diário porque a mãe o obrigou e que não escreve lamechices.

Mafalda Ferreira, 6.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora)

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

O Principezinho

Autor: Antoine de Saint-Exupéry
Editora: Editorial Presença

Emoção, amizade e muita curiosidade!
Este livro fala da história de um menino que vivia num asteróide chamado B612, com a sua rosa vermelha e os seus pequenos vulcões.
Um dia ele decidiu viajar e visitou a Terra, onde fez um grande amigo que depois contou a história desse menino.
Aconselho-vos a ler este livro porque é muito interessante. Pode ser difícil de compreender quando o estamos a ler, mas este livro revela-nos um segredo especial: é que as coisas mais importantes por vezes não se conseguem ver, simplesmente se podem sentir…

Marta Pereira Vasconcelos, 6.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora)

sábado, 31 de julho de 2010

O 25.º Cavaleiro foi de férias, mas já voltou




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Voltei!
Carrego comigo o peso do conhecimento... e que peso!
Bom ano a todos os cavaleiros. Teremos muitas batalhas para travar, algumas bem duras... mas tenho a certeza que juntos venceremos!

sábado, 3 de julho de 2010

Astecas

Os Astecas (1325 até 1521; a forma azteca também é usada) foram uma civilização da América Central, pré-colombiana, que floresceu principalmente entre os séculos XIV e XVI, no território correspondente ao actual México.
Eram politeístas (acreditavam em vários deuses) e acreditavam que se o sangue humano não fosse oferecido ao Sol, a engrenagem do mundo deixaria de funcionar.
Na sucessão de povos mesoamericanos que deram origem a essa civilização destacam-se os Toltecas, pelas suas conquistas civilizadoras, florescendo entre o século X e o século XII, seguidos pelos Chichimecas, imediatamente anteriores e praticamente fundadores do Império Asteca com a queda do Império Tolteca.
O controlo político do populoso e fértil vale do México ficou confuso após 1100. Gradualmente, os Astecas, uma tribo do norte, assumiram o poder depois de 1200. Os Astecas eram um povo indígena da América do Norte, pertencente ao grupo nahua.
Os Astecas também podem ser denominados “mexicas”, de onde advém o México. Migraram para o vale do México (ou Anahuác) no princípio do século XIII e fixaram-se, inicialmente, na maior ilha do lago de Texcoco (depois todo drenado pelos espanhóis), seguindo instruções dos seus deuses para se fixarem onde vissem uma águia pousada num cacto, devorando uma cobra (veja-se a imagem ao lado, com o brasão de armas mexicano alusivo à fundação da capital Asteca).
Os Astecas foram derrotados durante a governação do Imperador Montezuma II e a sua civilização foi destruída pelos conquistadores espanhóis, comandados por Fernando Cortez, entre 1519 a 1521.

Mito da criação
Os Astecas acreditavam que, em tempos passados, existiam outros mundos: eram vários sóis, cada um com um tipo de habitantes: gigantes, que foram mortos por jaguares enviados por Tezcatlipoca; humanos que foram assomados por um grande vento feito por Quetzacoalt, e então eles precisaram de se agarrar a árvores, transformando-se em macacos; humanos que se transformaram em pássaros para não morrerem na chuva de fogo enviada por Tlaloc; humanos que se transformaram em peixes para não morrerem no dilúvio causado pela deusa Chalchiuhtlicue; e nós, humanos actuais, que vamos acabar por causa do Deus do Sol, que nos destruirá com terramotos.

Jorge Amorim, Miguel Vasconcelos e Nuno Rodrigues (E.B. de Vila Praia de Âncora)

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Pirataria

A pirataria nos mares é muito antiga (é praticada desde a Antiguidade), mas atingiu o seu auge durante os séculos XVI e XVII (chamada a época de ouro da pirataria).

Duas Lendas sobre Piratas:
Mancha Negra - Servia para fazer ultimatos e podia ser entregue a qualquer pirata.

Kraken - É uma criatura mitológica marinha que aterrorizava os marinheiros da Idade Média. Possuía uma forma parecida com a de uma lula ou um polvo gigante e, com feições monstruosas, ameaçava os barcos e os marinheiros. "Tinha o tamanho de uma ilha e cem braços, acreditava-se que habitava as águas profundas do Mar da Noruega, que separa a Islândia das terras Escandinavas, mas poderia migrar por todo o Atlântico Norte. O Kraken tinha fama de destruir navios, mas só destruía aqueles que poluíam o mar e navios de piratas." (http://pt.wikipedia.org/wiki/Kraken)

Pesquisa realizada por Marta Vasconcelos e Mafalda Ferreira
(E.B. de Vila Praia de Âncora)

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Navegadores Portugueses

As vossas colegas Juliana, Eduarda e Rafaela (mais umas do que outras) fizeram uma recolha de navegadores portugueses, a partir de uma colecção antiga de selos (vejam que ainda é do tempo dos escudos; 1 cêntimo = 2 escudos). Vale a pena ver com atenção.

João Gonçalves Zarco – Este navegador, comandante de caravelas, descobriu a ilha de Porto Santo (1419), com Tristão Vaz Teixeira, e depois a ilha da Madeira, com Bartolomeu Perestrelo (1420).

Gil Eanes – Este navegador também foi muito importante para Portugal.
Gil Eanes passou além do Cabo Bojador, em 1434, enfrentando os receios do desconhecido, próprios da época, e o terror dos monstros marinhos.

Bartolomeu Dias – Foi o primeiro a conseguir passar para além do Cabo das Tormentas. Em 1500, ajudou Pedro Álvares Cabral na famosa viajem da descoberta do Brasil e acabou por naufragar e morrer ao tentar passar de novo o Cabo das Tormentas.

Vasco da Gama – Navegador português muito corajoso, que enfrentou cara a cara o terror dos mares, o Adamastor. Este navegador descobriu a Índia em 8 de Julho de 1497. Perdeu uma mão em 2 de Março em 1498, em Moçambique, e ficou com uma mão de ferro. Voltou mais duas vezes à Índia, de que foi governador e segundo vice-rei.

Pedro Álvares Cabral – Foi um dos mais importantes navegadores portugueses. Comandou as tropas enviadas por D. Manuel I à Índia, em 1500, e, pelo caminho, descobriu o Brasil. Morreu em Santarém, entre 1520 e 1526, onde se encontra sepultado, e aí ficou esquecido durante bastante tempo.

Todos estes navegadores portugueses foram importantes na época dos descobrimentos.

Juliana, Eduarda e Rafaela (E.B. de Vila Praia de Âncora)

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Lopombo

O Lopombo é metade lobo e metade pombo.
Tem cabeça de lobo, rabo e patas de pombo. Os seus dentes são muito afiados.
Consegue voar e gosta de dormir em grutas.
Quando vai ter com os outros lobos (quer juntar-se a eles), eles gozam com ele por ter rabo e patas de pombo. Mas com os pombos é o contrário: eles fogem dele por ter cabeça de lobo.
Ele gosta de comer minhocas, milho e andar atrás de galinhas, coelhos… Mas como ele é pequeno como um pombo não consegue caçar nada.
Ele uiva quando está triste e arrulha quando está feliz.O Lopombo anda sempre triste porque não tem amigos a não ser outros da sua raça.

Miguel Vasconcelos, 5.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora),
baseado na leitura da obra A Arca de Não É.

Vacão

O Vacão é metade vaca, metade cão.
Tem corpo de vaca, cauda, cabeça e patas dianteiras de cão. Na cabeça peluda tem os chifres característicos da vaca. É meigo quando domesticado, mas em estado selvagem fica maluco e morde a quem quer que o incomode. Come tudo, detesta gatos e cowboys.

Nota: Não tente ordenhá-lo!

Joaquim Ribeiro, 5.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora),
baseado na leitura da obra A Arca de Não É.

Gatoleta

Metade gato/metade borboleta
O Gatoleta tem o corpo de um gato, mas as asas lindíssimas de uma borboleta. Tem muita sorte este gato com asas de borboleta, porque pode voar a grandes distâncias como fazem as borboletas. Apesar de o Gatoleta só comer comida para borboletas ele, para comê-la, tem um recipiente adequado para gatos. E para encontrar o néctar o Gatoleta tem que saltar de flor em flor, tal como as borboletas. Não é muito engraçado este nosso amigo?

Marta Pereira, 5.° A (E.B. de Vila Praia de Âncora),
baseado na leitura da obra A Arca de Não É.

Dragossauro

Metade dragão/metade dinossauro
O Dragossauro era gabado por todos os dragões. Contudo, era gozado pelos dinossauros mais convencidos.
Todos os dragões ficavam impressionados com o Dragossauro, por conseguir voar tão alto e ser tão forte e musculado. O Dragossauro fazia muito sucesso entre as “dinossauras” por conseguir voar, por isso, levava-as a passear, no seu forte dorso, pelas grandes montanhas.
Com o passar do tempo e com o acumular de grandes e prodigiosas aventuras o Dragossauro conseguiu com que a comunidade dos dragões e a comunidade dos dinossauros fossem de novo amigas. Graças a isso os dragões e os dinossauros juntaram-se e o Dragossauro tornou-se o rei dessa nova e grande comunidade – a comunidade dragossauriana.

Mafalda Ferreira, 5.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora),
baseado na leitura da obra A Arca de Não É.

Caranguleta

Metade caranguejo/metade boroboleta
O Caranguleta é um simples caranguejo com umas asas de borboleta.
Não é nada parecido, nem familiar do porcoleta, o caranguleta.
É um óptimo polinizador, pois usa as suas tenazes para recolher o pólen, o caranguleta.
Se um dia virem um caçador de borboletas, avisem-no para não caçar o caranguleta, expliquem-lhe a sua história.

Mónica, 5.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora),
baseado na leitura da obra A Arca de Não É.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Sabias que as tapeçarias...?

Sabias que as tapeçarias que viste no Paço dos Duques, em Guimarães, são cópias?
Lembras-te das monumentais tapeçarias que viste em Guimarães, no Paço dos Duques? Pois bem, não são as originais! Na realidade, são cópias feitas na década de 1930, no tempo de Salazar. Se quiseres saber o que aconteceu e onde estão as verdadeiras tapeçarias que representam as conquistas portuguesas no Norte de África (“O Desembarque em Arzila”, “O Cerco de Arzila”, “O Assalto a Arzila” e “A Tomada de Tânger”), realizadas no século XV por encomenda do rei português D. Afonso V (O Africano), clica aqui.

domingo, 13 de junho de 2010

Os Maias

Os Maias viveram durante muito tempo na região do México e da América Central (veja-se o mapa).
A maior parte dos documentos sobre a mitologia Maia foi queimada pelos espanhóis durante sua invasão à América, por isso o conhecimento da mitologia Maia actualmente disponível é muito limitado.
Pelo contrário, os calendários maias (tal como os astecas) encontram-se bem documentados e estudados (podem ver este calendário magnífico aqui apresentado).
A arquitectura Maia abarca vários milénios. As suas construções mais conhecidas são as fantásticas pirâmides escalonadas (em baixo vê-se o Templo de Kukulcán, em Chichén Itzá, séc. XII).
Os Maias sacrificavam pessoas (como se pode ver na pintura maia abaixo apresentada). Isso poderia acontecer nas seguintes situações:
- Para a criação de um novo templo ou ponte;
- Aquando da morte de um rei ou de membro do alto clero, para que o sacrificado servisse ao morto na próxima vida;
- Quando houvesse desastres naturais, como secas, terramotos, erupções vulcânicas, maremotos, etc. Pensavam que esses cataclismos seriam sinais da fúria dos deuses e os sacrifícios seriam a forma de os acalmar.
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César Magarinho, João Mendes e Tiago Pereira, 5.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora)
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Sabias que D. Leonor Teles...?

Sabias que D. Leonor Teles de Meneses, antes de casar com o rei D. Fernando, já tinha sido casada com João Lourenço da Cunha, de quem teve um filho chamado Álvaro da Cunha?
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Se queres saber como tudo se passou clica aqui.
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sexta-feira, 11 de junho de 2010

Os Incas

O Império Inca surgiu nas terras altas do Peru, no século XIII, e foi o maior império da América pré-colombiana. De 1438 até 1533, os Incas utilizaram vários métodos, da conquista militar à assimilação pacífica, para incorporar uma grande porção do oeste da América do Sul. Centrado na Cordilheira dos Andes, o seu Império incluía grande parte do actual Equador e Peru, sul e oeste da Bolívia, noroeste da Argentina, norte do Chile e sul da Colômbia (podes ver a sua localização no planisfério aqui apresentado).

(Em breve acrescentaremos mais informações sobre este Povo)

Maria Fontainha, Marta Vasconcelos e Tatiana Deleito, 5.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora)

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Se a Tatiana fosse da Nobreza

Se eu fosse da nobreza gostaria de ser uma princesa e, quando casasse, se não tivesse filhos, matava o meu marido e assim passaria a governar o reino.
A minha vida de princesa seria calma, pois passaria os dias todos a tratar de assuntos domésticos, a bordar e a passear com as aias. O que tinha de melhor é que os nobres não precisavam de trabalhar para sobreviver, ou seja, “tínhamos uma vida privilegiada”. Vivíamos em domínios senhoriais; chamavam-se assim porque eram grandes terras que nos tinham sido oferecidas e onde trabalhavam muitos camponeses livres e servos, que o faziam para poder sobreviver. A divisão mais importante do meu castelo seria o salão, onde o meu pai receberia os seus convidados e hóspedes e tomávamos as refeições com a família. Nas festas organizadas pelo rei teríamos a mesa farta, comeríamos carne, peixe e marisco em grandes quantidades e, claro, teríamos sempre à mesa pão e vinho.
E ainda teríamos espaço para muitas outras coisas, como queijo e doces feitos de mel. Nessas festas homens e mulheres vestiam as suas melhores roupas, de tecidos ricos e coloridos, e usavam as melhores jóias. Nos torneios, os cavaleiros exibir-se-iam e disputariam a minha atenção e a das outras damas da nobreza.
Para gozar um pouco com o povo, levaria para a guerra os mais velhos e quando perdêssemos essa guerra chamaria os guerreiros mais fortes e dir-lhes-ia para atacarem o inimigo de surpresa e para se apoderarem do seu reino.

Tatiana Deleito, 5º A

Feira Medieval em Viana do Castelo

A Feira Medieval já começou nas principais ruas e praças da cidade.
Hoje, quem se dirigiu ao centro histórico de Viana do Castelo já pôde visitar a feira e assistir a espectáculos de teatro, música, dança e saltimbancos. Nos próximos três dias (11 a 13), no centro histórico da cidade, continuará a decorrer a Feira Medieval, com artesanato, reconstituições históricas, demonstração de falcoaria, produtos agrícolas, teatro de marionetas, ladainhas, malabarismo, música, danças medievais, cuspidores de fogo, jogos medievais, mezinhas e chás.
Na noite do dia 11, pelas 22.00 horas, terá lugar no salão nobre da Câmara Municipal um concerto do Grupo de Câmara de Esposende e no dia 12 de Junho, pelas 20.00 horas, também integrado na feira, decorrerá nos claustros da Igreja de S. Domingos um Festim Medieval (sujeito a inscrição prévia).


domingo, 6 de junho de 2010

Uma Aventura nas Férias Grandes

Autoras: Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

Este é um livro cheio de aventura, acção e mistério que fala de cinco jovens amigos: Chico, Pedro, Luísa, Teresa e João.
Certo dia Pedro e Luís Miguel, um primo do Chico, são raptados por um casal que eles pensavam que era amigo deles. É lançado o alerta e começa assim uma grande aventura…
Eu gostei muito deste livro e recomendo-o a todos os que gostam de emoções fortes e perigos vencer.

Eduarda, 5.º A

quarta-feira, 2 de junho de 2010

A Vingança da Mãe-Dragão

Autora: Kate Mcmullan

Acção, aventura e humor!
Um rapaz, Cenourinha, de uma academia de caça-dragões mata um dragão chamado Gorzil. Pantomina informa que a mãe desse dragão está à procura do assassino do filho. Quando o reitor da academia descobre que a mãe do dragão morto é Vulcana entra em pânico, pois esse poderoso dragão iria certamente matar Cenourinha…
Será que Cenourinha vai sobreviver e escapar à Mãe-Dragão?
Aconselho-vos a ler este livro porque logo pela capa se vê que é interessante, rico em aventura e sem nenhuma parte aborrecida.

Tatiana Deleito, 5.º A (E.B. de Vila Praia de Âncora)